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PERIGO NA DETONAÇÃO DE ROCHAS: ULTRA LANÇAMENTO DE ROCHAS (FLYROCK)

PERIGO NA DETONAÇÃO DE ROCHAS: ULTRA LANÇAMENTO DE ROCHAS (FLYROCK)

INTRODUÇÃO

Flyrock

Arremesso de fragmentos de rocha decorrente do desmonte com uso de explosivos que pode viajar a distâncias superiores da área de segurança explosão podendo resultar em lesões humanas, mortes e danos estruturais.

Apesar do fato do flyrock consumir apenas 1% da energia explosiva utilizada numa detonação, seu efeito é de natureza mais grave em comparação a outros efeitos, tais como, as vibrações provenientes da detonação que se propagam pelo solo, em virtude dos danos que pode provocar.

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Vários estudos têm sido feitos no sentido de se conhecer e prever a distância máxima de projeção:

·        Relações empíricas

Várias relações empíricas foram estabelecidas para prever o flyrock resultante de uma detonação, no entanto, os métodos empíricos existentes consideraram apenas um número limitado de parâmetros eficazes sobre a distância de flyrock, ao passo que esse fenômeno também é afetado por outros parâmetros, tais como a geometria da detonação e condições geológicas.

·        Métodos de caráter estatísticos, tais como a regressão múltipla Têm chamado a atenção principalmente devido à sua facilidade de uso. No entanto, a implementação dos métodos de previsão de regressão não é confiável, se os novos dados obtidos forem muito diferentes dos dados originais, fazendo com que a forma da equação obtida tenha que ser constantemente atualizada.

           Redes neurais artificiais (RNAs)

 Tem sido relatado bons resultados em muitos estudos, mas ainda existem algumas limitações.

Assim, apesar de estar havendo progressos significativos nesta área de estudo, muitos acidentes com flyrock continuam a acontecer.

MECANISMOS DO FLYROCK

 O FLY ROCK proveniente de uma detonação pode resultar de três mecanismos chaves:

 - Falta de confinamento da energia na coluna explosivo.

-  Carga insuficiente para o diâmetro do furo

-  Zona de fraqueza da rocha

 

     A-   Rompimento prematuro de parte da face: As condições de carga geralmente controlam a distâncias de lançamento do flyrock da frente de detonação.

       B-   Formação do efeito cratera: Se a relação entre a altura do tampão e o diâmetro do furo for muito pequena ou a região do colar do tampão for fraca o flyrock pode ser projetado em qualquer direção.

       C-  Ejeção prematura do tampão:A relação comprimento do tampão x diâmetro do furo é suficiente para evitar a formação do efeito cratera, mas se o material utilizado no tampão não for adequado ou ainda seu comprimento também não for adequado poderá haver a geração de flyrock.

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O ERRO HUMANO

O erro humano também é um dos fatores que conduzem acidentes com flyrock em detonações de rocha e, portanto, todo o acidente com explosivos deve ser amplamente investigado, aprendendo-se com as informações provenientes da mesma de forma a melhorar desempenho, procedimentos operacionais, regras de conduta e processos.

A prevenção do Flyrock deve ser gerenciada de forma proativa, incluindo a identificação e análise de eventos precursores. Todas as medidas necessárias e pertinentes devem ser tomadas para se prevenir e evitar erros sistemáticos e práticas inadequadas de trabalho que possam vir a resultar em acidentes com flyrock.

 

MEDIDAS PREVENTIVAS

 Sua prevenção dá-se através da elaboração de um bom plano de fogo

  • Deve haver um planejamento cuidadoso antes de detonar.
  • O blaster deve assegurar que a zona de perigo esteja sem a presença de trabalhadores e seja mantida limpa durante a operação de detonação.
  •  Sempre que possível os furos carregados devem ser cobertos por esteiras de pneus ou outro material adequado para ajudar a conter material que por ventura esteja solto na bancada.
  • Usar sempre material adequado no tampão para melhor o confinamento do explosivo
  •  Usar tempos adequados de retardamento na linha e entre linhas
  • O Blaster precisa examinar visualmente e\ou fazer a perfilagem da face para descobrir estas zonas de fraqueza, ultra quebra; concavidades, juntas e saliências.
  • Evitar sobrecarga de explosivos no furo e na bancada (usar a razão de carga adequada)
  •  Limpe a superfície da bancada, retirando pedras soltas que possam facilmente serem ejetadas pelos gases da detonação que saem pelo colar do tampão
  •  Evite usar um comprimento do tampão menor do que a distância do afastamento. Um tampão de comprimento curto pode criar o efeito cratera.
  • Use um material bom como tampão. Não use material fino proveniente da perfuração.
  • Verifique se o plano de perfuração está correto e que os furos estão perfurados com inclinação correta
  • Projete o plano de fogo de modo que cada furo tenha quebra livre e o tempo adequado de retardo uns em relação aos outros.
  • Verifique se há a presença de zonas incompetentes e vazios e carregue com cuidado, tampone as partes incompetentes dos furos.
  • Carregue a primeira linha com cuidado. Verifique a presença de afastamentos curtos em virtude de ultra quebra provocada pela detonação anterior

HISTÓRICO DE ALGUNS ACIDENTES COM FLYROCK

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REFERÊNCIAS:

U.S Department Of Labor – Mine Safety and Health Administration – Fatalgrams and fatal Reports

Impactos ambientais associados a desmonte de rocha com explosivos - Gilda Carneiro Ferreira; Elias Carneiro DAITX; Caetano Dallora Neto – São Paulo, UNESP, Geociências, v.25, n.º 4, p. 467-473, 2006.

Desmonte de rocha com técnicas de produção mais limpa: uma contribuição para a saúde do trabalhador-  Júlio Cesar de Pontes; José Lins Rolim Filho; José Adailton Lima Silva; Monalisa C. S. Medeiros; Vera Lúcia Antunes de Lima.- Estudos Geologicos v. 22(2) 2012-               www.ufpe.br/estudosgeologicos

G1 Explosões em pedreira colocam em risco moradores de Salto de Pirapora notícias em Sorocaba e Jundiaí - 21/10/2014 21h20 Atualizado em 21/10/2014 21h20 - http://g1.globo.com/saopaulo/sorocabajundiai/noticia/2014/10/explosoesempedreiracolocamemriscomoradoresdesaltodepirapora. Html

Pedreira é interditada após acidente que matou jovem em São José Notícias do Dia Online. http://ndonline.com.br/florianopolis/noticias/159254empresaresponsavelpelaexplosaodapedreiraquematouumjovememsaojosefoiinterditada.

1988 - Olofsson - Applied Explosives Technology for Construction and Mining

 

 Research Article - A Novel Approach for Blast-Induced Fly rock Prediction Based on Imperialist Competitive Algorithm and Artificial Neural Network –Aminaton Marto, Mohsen Hajihassani,Danial Jahed Armaghani,Edy Tonnizam Mohamad, and Ahmad MahirMakhtar - The Scientific World Journal

Hard Rock Quarry Seismicity and Face Bursting Flyrock Range Prediction in the Granite and Migmatites Rocks of North Central Nigeria C. L. Eze.*, U. U. Usani ** *(Institute of Geosciences and space Technology, Rivers State University of Science and Technology, Port Harcourt, Nigeria)  ** (Department of Geography, Nigerian Defence Academy, Kaduna, Nigeria)- C. L. Eze Int. Journal of Engineering Research and Applications www.ijera.com ISSN : 2248-9622, Vol. 4, Issue 12( Part 2), December 2014, pp.01-06

ENVIRONMENTAL AND SAFETY ACCIDENTS RELATED TO BLASTING OPERATION - Lazar Kricak, Vladislav Kecojevic,Milanka Negovanovic, Ivan Jankovic and Dario Zekovic - American Journal of Environmental Science, 2012, 8 (4), 360-365  ISSN: 1553-345X ©2012 Science Publication doi:10.3844/ajessp.2012.360.365 Published Online 8 (4) 2012 (http://www.thescipub.com/ajes.toc)

An Analysis and Prevention of Flyrock Accidents in Surface Blasting Operations - by T. S. Bajpayee, Harry C. Verakis, and Thomas E. Lobb

 ROCK BLASTING and the COMMUNITY

Boy Killed by Flyrock; Va. Residents Cite Flawed Regs Winds of Change, February 2005 - Http://ohvec.org/newsletters/woc_2005_02/article_15.html

http://www.killthealbionquarry.org/DEATHFROMTHESKYFLYROCK.

 DMM Safety Alert:  Flyrock Impacting Highways – Virginia Department of Mines Minerals and Energy.

Flyrocks Issues from Quarry Blasting – By Ir. Look Keman Sahari – Jurutera November 2013.

Hazard Alert - POSTER # 94-13 – Archival Collection of WCB Health and Safety posters – 1969.

DANGERS POSED TO HIGHWAY 7 BY HIDDEN QUARRY FLYROCK - WILLIAM HILL P. ENG. FOR WILLIAM HILL MINING CONSULTANTS LIMITED December 10, 2013

 

 

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ASMA RELACIONADA AO TRABALHO

ASMA RELACIONADA AO TRABALHO

O que é a asma ocupacional?

A asma é uma doença pulmonar caracterizada por episódios recorrentes de aperto no peito aperto, chiado, tosse e falta de ar. Ela está associada com o meio ambiente, genética e outros fatores.

Como ela ocorre?

 

Na ilustração abaixo podemos ver  a estrutura do lado esquerdo é uma via aérea normal e saudável. Num ataque de asma os músculos ao redor da vias aéreas são apertados, causando menos circulação de ar. O Inchaço também diminui as vias respiratórias, provocando muco e entupindo-a, conduzindo a doença.

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Como ela se divide?

A asma relacionada ao trabalho pode ser classificada em dois tipos: asma agravada pelo trabalho e asma ocupacional; de acordo com o conhecimento da etiologia e fisiopatologia (Tabela 1).

Tabela 1 – Tipos de Asma Relacionada ao trabalho

Asma Relacionada ao Trabalho

 

1 – Asma agravada pelo trabalho

Pacientes com asma preexistente ou concomitante, que não se iniciou por exposição ao local do trabalho, porém torna-se pior pelo ambiente ocupacional.

 

 2 – Asma ocupacional

2.1 – Síndrome da Disfunção Reativa da Vias Aéreas (RADS) (Asma Induzida por Irritantes)

2.2 Asma Ocupacional Alérgica (Asma Ocupacional associada à latência)

      2.2.1 – Causada por substâncias de alto peso molecular

      2.2..2 – Causada por substâncias de baixo peso molecular.

 

Quais são os principais fatores que predispõem a asma agravada pelo trabalho?

 

 - Fatores ligados ao local do trabalho – exposição a substâncias químicas e suas concentrações; não observância das condutas de segurança; má higiene industrial;

 - Variantes climáticas – altos níveis de poluentes oxidantes; inversões térmicas; condições do vento; alérgenos sazonais;

-  Fatores genéticos – polimorfismo alélico associado a atopia;

-  Fumo – tabagismo e outras drogas como a maconha cujo consumo, mesmo de alguns poucos cigarros, pode causar severo dano epitelial e o crack;

- Infecções respiratórias – virais, Clamydia ou Mycoplasma, sinusites infecciosas;

Hiper-responsividade brônquica não-específica;

-  Diversos – sensibilidade à aspirina, refluxo gastresofagiano, efeitos adversos de certos medicamentos como inibidores da ACE e ß-bloqueadores.

   Quais são os agentes industriais que mais causam a Síndrome da Disfunção Reativa da Vias Aéreas (RADS) (Asma Induzida por Irritantes)?

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Quem está mais predisposto a ter asma ocupacional?

 Qualquer um pode estar em risco de ter asma relacionada ao trabalho. O fator de risco mais importante é a exposição à substância que gera a asma. Estudos em indústrias de alto risco descobriram que quanto maior o risco de exposição, maior a prevalência WRA. Entretanto em alguns casos, quando vários trabalhadores experimentam o mesmo nível de exposição, apenas uma proporção pequena desenvolve WRA, sugerindo que fatores individuais do trabalhador podem desempenhar uma regra A predisposição genética ao desenvolvimento de anticorpos IgE para os alérgenos (atopia) é o principal fator que predispõe a pessoa a desenvolver asma (especialmente WRA que é desencadeada pelo sistema imunológico). Além disso, a incidência de WRA varia de indústria para indústria dependendo dos tipos de produtos químicos utilizados:

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Como a asma ocupacional é diagnosticada?

 A asma é diagnosticada por exclusão de outras condições e pela aquisição de uma história de sintomas recorrentes tais como tosse, chiado, aperto no peito e falta de respiração, bem como obstrução ao fluxo aéreo reversível revelado através de uma função test.1,3 espirometria pulmão WRA é um desafio de diagnosticar porque é difícil diferenciar ambiental por exposições ocupacionais, e porque WRA parece e funciona como outro as formas de asma. No entanto, o diagnóstico é fundamental desde WRA é caro para o tratamento, prevenida, e pode ser parcialmente ou completamente invertida se coincide com o diagnóstico precoce control.2 exposição adequada Um médico pode ajudar a identificar WRA, perguntando sobre a asma sintomas e no local de trabalho actividades. O diagnóstico é suportado por evidências de uma associação entre a via aérea obstrução e local de trabalho exposição (s). Um diagnóstico WRA deve ser considerada em todos os casos de novos casos ou substancialmente deteriorando os sintomas da asma em adults.3 trabalhando

 Quais são as principais recomendações de prevenção em relação a asma ocupacional?

 Asma relacionada ao trabalho é evitável com a prevenção primária, secundária e terciária. A atividade de prevenção primária  procura  eliminar o risco de WRA antes que ele realmente ocorra. A atividades de prevenção secundária incluem exames para detectar WRA para que sejam feitas intervenções imediatas que possam controlar a doença e minimizar o seu impacto caso venha a ocorrer. Por último, as atividades de prevenção terciária ajudam a diminuir o impacto. Na Tabela 2 apresentamos exemplos de uma abordagem da WRA como forma de prevenção.

Tabela 2:

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 * pode ser antiético e ilegal.

** desde que os trabalhadores tenham os sintomas há menos de um ano e tenham feito acompanhamento 

Onde posso obter maiores informações sobre a asma ocupacional?

- Um dos principais recursos de informação é WRA http://www.asmanet.com/asmapro/asmawork.htm#start. Ela inclui informações categorizadas por ocupação ou nome da substância; por profissão; trabalhos específicos, agentes, incidência; condições de trabalho que causaram WRA, sintomas, informações de diagnóstico e referências.

- portal da Asmanet ou

-  através da publicação inglesa "Asthmagen" do Health and Safety Executive (HSE).

 Fonte:

DHS: PUBLIC HEALTH DIVISION - Putting Data to Work - Oregon Worker Illness and Injury Prevention Program (OWIIPP) - Oregon Department of Human Services, Public Health Division, Office of Environmental Public Health Toxicology, Assessment & Tracking Services Section (TATS)

 

Asma Brônquica/Asma Ocupacional :Dr. Pierre d'Almeida Telles Filho - http://www.asmabronquica.com.br

 

ASMA OCUPACIONAL: O que causa e atividades ocupacionais prevalentes - Ana Paula Scalia Carneiro

 

Serviço Especializado em Saúde do Trabalhador SEST MG- Hospital das Clínicas UFMG 27ª Jornada da AMIMT BELO HORIZONTE 2013

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Entendendo as lesões por esforços repetitivos e os distúrbios osteo musculares relacionados ao trabalho LER/DORT

Entendendo as lesões por esforços repetitivos e os distúrbios osteo musculares relacionados ao trabalho  LER/DORT

 O que são?

 As lesões por esforços repetitivos e os distúrbios osteomusculares re­lacionados ao trabalho são, por definição, um fenômeno relacionado ao trabalho (KUORINKA; FORCIER, 1995). Ambos são danos decorren­tes da utilização excessiva, imposta ao sistema musculoesquelético, e da falta de tempo para recuperação. Caracterizam-se pela ocorrência de vários sintomas, concomitantes ou não, de aparecimento insidioso, geralmente nos membros superiores, tais como dor, parestesia, sensa­ção de peso e fadiga. Abrangem quadros clínicos do sistema muscu­loesquelético adquiridos pelo trabalhador submetido a determinadas condições de trabalho.

 As Lesões por Esforço Repetitivo (LER) ou Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), como são denominados pelo Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS) e pelo Ministério da Saúde (MS), constituem-se num dos mais sérios problemas de saúde enfrentados pelos trabalhadores e sindicatos nos últimos anos no Brasil e no mundo.

 A sigla LER foi criada para identificar um conjunto de doenças que atingem músculos, tendões e nervos, geralmente em membros superiores (dedos, mãos, punhos, antebraços, braços e pescoço) e tem relação direta com as condições de trabalho. Pode ocorrer também em membros inferiores (pernas) e coluna vertebral. São inflamações e lesões provocadas por atividades do trabalho, que exigem do trabalhador realizar suas tarefas em condições que não são ergonômicas (por exemplo, trabalhar fazendo força física, posições incômodas e inadequadas, repetitividade entre outros fatores).

Qual a origem desta patologia ocupacional?

 São reflexos diretos das mudanças ocorridas nas condições e ambientes de trabalho, com a introdução de processos automatizados, aumento do ritmo de trabalho, novas formas de gestão com ênfase na produtividade e lucro, desencadeando maior pressão para a execução das tarefas. Isso sem mencionar a redução dos postos de trabalho, o que vem provocando cada vez mais competição entre os próprios trabalhadores.

Quando no Brasil este fenômeno passou a se denominar LER / DORT?

 A partir da Instrução Normativa 98 do INSS (IN 98), este fenômeno passou a ser chamado de LER/DORT. Assim, as LER/DORT abrangem doenças relacionadas a estrutura músculo esquelético cuja ocorrência é decorrente de sobrecarga no trabalho.

 Quais as doenças podem relação com o trabalho e podem ser consideradas LER/ DORT, conforme avaliação médica?

 Entidades neuro-ortopédicas definidas como tenossinovites, sinovites e compressões de nervos periféricos podem ser identificadas ou não. São comuns a ocorrência de mais de uma dessas entidades nosológicas e a concomitância com quadros inespecíficos, como a síndrome mio­fascial. Frequentemente são causas de incapacidade laboral temporá­ria ou permanente.

 

Doença

Descrição

Tenossinovite

Inflamação de tecido que reveste os tendões.

Tendinite

Inflamação dos tendões.

Epicondilite

Inflamação de tendões do cotovelo.

Bursite

Inflamação das bursas (pequenas bolsas que se situam entre os ossos e tendões das articulações do ombro).

Miosites

Inflamação de grupos musculares em várias regiões do corpo.

Síndrome do Túnel do Carpo

Compressão do nervo mediano ao nível do punho.

Síndrome Cervicobraquial

Dor difusa em membros superiores e região da coluna cervical.

Síndrome do Ombro Doloroso

Compressão de nervos e vasos na região do ombro

Cisto Sinovial

Tumoração esférica no tecido perto da articulação ou tendão.

Doença de Quervain

Inflamação da bainha de tendões do polegar.

1.     Como é feito o diagnóstico desta doença?

 O diagnóstico desta doença, segundo as normativas da Previdência Social e do Ministério de Saúde é clínico. Isto significa dizer que basta um médico especializado, que conheça sobre a doença, examinar as pessoas corretamente, para que se tenha um diagnóstico. Os exames subsidiários, como por exemplo, ultrassom, radiografia, eletroneuromiografia ou ressonância magnética podem auxiliar neste processo de diagnóstico.

O Ministério da Saúde publicou o PROTOCOLO DE COMPLEXIDADE DIFERENCIADA 10  – Saúde do Trabalhador em 2012 – Dor Relacionada ao Trabalho - Lesões por esforços repetitivos (LER) Distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (Dort) que orienta o diagnóstico clinico.

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 Como é feito o tratamento?

 O afastamento do trabalho é muitas vezes obrigatório pois significa poupar o trabalhador da exposição aos fatores de risco (esforços repetitivos, pressões, excessos no ritmo e na jornada de trabalho) e propiciar-lhe maior disponibilidade de tempo para realização do tratamento.

O tratamento dos pacientes com LER deve ter como objetivo melhorar sua qualidade de vida, propiciar alívio dos sintomas (sobretudo da dor) e recuperar a capacidade do trabalho.

Vários recursos terapêuticos podem ser utilizados, entre eles medicamentos, homeopatia, acupuntura, fisioterapia, eletrotermoterapia, massoterapia, técnicas de terapias corporais, psicoterapia individual e em grupo, biodança, yoga, técnicas de respiração adequada, etc.

As imobilizações (colocar gesso, tala gessada ou as “munhequeiras”) têm indicações bastante restritas e não devem ocorrer por períodos prolongados, pois favorecem o surgimento de outros problemas no membro afetado. O uso de órtese de posicionamento deve ser cuidadoso e orientado por profissional competente.

Quais são os fatores de risco?

 

·        Trabalho automatizado onde o trabalhador não tem controle sobre suas atividades.

·        Trabalho onde os funcionários têm que manter uma posição inadequada para produzir.

·        Obrigatoriedade de manter o ritmo de trabalho acelerado para garantir a produção.

·        Trabalho fragmentado em que cada um exerce uma única tarefa de forma repetitiva.

·        Trabalho sob pressão permanente das chefias.

·     Quadro reduzido de funcionários, intensificação do trabalho com jornada prolongada e frequente realização de horas extras.

·        Ausência de pausas e micro pausas durante a jornada de trabalho.

·        Trabalho realizado em ambientes frios, ruidosos e mal ventilados.

·        Mobiliário inadequado, que obriga a adoção de posturas incorretas do corpo durante a jornada de trabalho.

·        Equipamentos e máquinas com defeitos ou mal adaptadas ao posto de trabalho. 

 

 

Como prevenir as LER / DORT?

                  Através da reestruturação do processo de trabalho:

 

·        Controle do ritmo de trabalho pela pessoa que o executa

·        Diminuição da jornada de trabalho com eliminação das horas extras.

·        Pausas e micro pausas durante a jornada de trabalho para que músculos e tendões descansem, sem que por isso haja aumento do ritmo ou do volume de trabalho.

·        Adequação dos postos de trabalho para evitar a adoção de posturas corporais incorretas.

·        O mobiliário e as máquinas devem ser ajustados às características físicas individuais dos trabalhadores.

Observação: Desde 2000, o último dia do mês de fevereiro, é considerado Dia Internacional do Combate às Lesões por Esforços Repetitivos (LER), ou Distúrbios Ósteo Musculares Relacionados ao Trabalho (DORT) como são conhecidos, agora, no Brasil.

Fontes:

Doenças e Acidentes de Trabalho – LER / DORT - Sindicato Químicos Unificados - 2008

      Ministério da Saúde -  PROTOCOLO DE COMPLEXIDADE DIFERENCIADA  10 – Saúde do Trabalhador em 2012 – Dor Relacionada ao Trabalho - Lesões por esforços repetitivos (LER) Distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (Dort).

      http://sindicomerciarios.org.br/site/index.php/k2-component/destaques/item/341-dia-internacional-de-combate-e-prevencao-as-ler-dort Campinas - Osasco - Vinhedo

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AIDS: brasileiros desprevenidos!

AIDS: brasileiros desprevenidos!

Atualmente há no país cerca de 734.000 pessoas convivendo com HIV e Aids, o correspondente a 0,4% da população brasileira. Desse total, 80% tiveram a doença diagnosticada, de modo que um em cada cinco não sabe que é portador do vírus.

 Um levantamento conduzido pelo Departamento de Pesquisa e Inteligência de Mercado da Editora Abril, que edita VEJA, revelou que a imensa maioria dos brasileiros sabe como o vírus é transmitido e como se proteger, mas muita gente ainda dispensa o uso do preservativo e não tem o costume de fazer o teste de HIV.

Pesquisa de comportamento: AIDS

clique e acesse a pesquisa completa Pesquisa Atitude Abril - Aids

Agora, discriminar é crime no Brasil !

 Foi publicada no Diário Oficial a Lei nº 12.984, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff, que torna crime em todo o País a discriminação dos portadores de HIV e doentes de aids. A partir de agora, é crime punível com reclusão de até quatro anos e multa as seguintes condutas discriminatórias contra as pessoas que vivem com HIV/aids em razão da sua condição de portador ou de doente:

I - recusar, procrastinar, cancelar ou segregar a inscrição ou impedir que permaneça como aluno em creche ou estabelecimento de ensino de qualquer curso ou grau, público ou privado;

II - negar emprego ou trabalho;

III - exonerar ou demitir de seu cargo ou emprego;

IV - segregar no ambiente de trabalho ou escolar;

V - divulgar a condição do portador do HIV ou de doente de aids, com intuito de ofender-lhe a dignidade;

VI - recusar ou retardar atendimento de saúde. 

A nova lei federal vem ao encontro da Resolução nº 1.665, de 7 de maio 2003, do Conselho Federal de Medicina, e da Lei Estadual de São Paulo nº 11.199, de 12 de julho de 2002, sancionada pelo governador Geraldo Alckmin. No Estado de São Paulo, já entendia-se ser discriminação:

I - solicitar exames para a detecção do vírus HIV ou da AIDS para inscrição em concurso ou seleção para ingresso no serviço público ou privado;

II - segregar os portadores do vírus HIV ou às pessoas com AIDS no ambiente de trabalho;

III - divulgar, por quaisquer meios, informações ou boatos que degradem a imagem social do portador do vírus HIV ou de pessoas com AIDS, sua família, grupo étnico ou social a que pertença;

IV - impedir o ingresso ou a permanência no serviço público ou privado de suspeito ou confirmado portador do vírus HIV ou pessoa com AIDS, em razão desta condição;

V - impedir a permanência do portador do vírus HIV no local de trabalho, por este motivo;

VI - recusar ou retardar o atendimento, a realização de exames ou qualquer procedimento médico ao portador do vírus HIV ou pessoa com AIDS, em razão desta condição;

VII - obrigar de forma explícita ou implícita os portadores do vírus HIV ou pessoa com AIDS a informar sobre a sua condição a funcionários hierarquicamente superiores. 

 AIDS e o Trabalhador: informação contra o preconceito 

O assunto AIDS normalmente é tratado em reuniões curtas de segurança, Diálogos de Segurança normalmente implantados nas empresas e que funciona como um sistema corriqueiro de se passar informações para os trabalhadores de uma maneira simples e direta, nas SIPATs e nas palestras normalmente previstas no PCMSO. Mas, essas ações são ainda pouco eficazes, pois a grande maioria dos trabalhadores tem carência de informações de forma continua, o que gera o preconceito e a falta de cuidados. A pesquisa acima citada, mostra isso. A maioria dos entrevistados são trabalhadores.

Recentemente o MTE O Ministério do Trabalho e Emprego, em 11/12/2014, publicou uma Portaria nº 1.927 no Diário Oficial da União, fixando orientações para combater a discriminação de pessoas com o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) e Aids nos locais de trabalho. A portaria estabelece regras para cumprimento da Recomendação 200 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), aprovada em 2010, devendo ser aplicada para proteção de todos os trabalhadores e em todos os locais de trabalho, inclusive estagiários, aprendizes, voluntários e pessoas à procura de emprego, abrangendo todos os setores da atividade econômica, incluindo os setores privado e público e as economias formal e informal, forças armadas e serviços uniformizados. 

 Segundo a norma, o ambiente de trabalho deve ser seguro e salubre, a fim de prevenir a transmissão do HIV no local de trabalho. Quando existir a possibilidade de exposição ao HIV no local de trabalho, os trabalhadores devem receber informação e orientação sobre os modos de transmissão e os procedimentos para evitar a exposição e a infecção. As medidas de sensibilização devem enfatizar que o HIV não é transmitido por simples contato físico e que a presença de uma pessoa vivendo com HIV não deve ser considerada como uma ameaça no local de trabalho.

 Comissão de Prevenção – A portaria cria, no âmbito do Ministério do Trabalho e Emprego, a Comissão Participativa de Prevenção do HIV e Aids no Mundo do Trabalho (CPPT – Aids), com o objetivo de desenvolver esforços para reforçar as políticas e programas nacionais, inclusive no que se refere à segurança e saúde no trabalho, ao combate à discriminação e à promoção do trabalho decente, bem como verificar o cumprimento da norma. Segundo Vasconcelos, além de representantes governamentais, de empregadores e de trabalhadores, a comissão terá a participação de representantes de organizações de pessoas vivendo com HIV ou de entidades de prevenção da Aids, da entidade nacional de medicina do trabalho e de entidades associativas relacionadas aos direitos trabalhistas.

Fontes:

- http://www.brasilpost.com.br/jovem-soropositivo/agora-discriminar-e-crime-no-brasil_b_5440368.html

http://www.brasilpost.com.br/2014/11/14/atitude-abril-aids-pesqui_n_6160582.html?utm_hp_ref=atitude-abril

http://portal.mte.gov.br/imprensa/mte-amplia-combate-a-discriminacao-por-hiv-e-aids-no-trabalho.htm

imagem: https://www.facebook.com/minsaude/photos/pb.175330465818911.-2207520000.1422724089./853405384678079/?type=3&theater

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Você sabe lavar as mãos? Um hábito simples, que pode salvar vidas!

Você sabe lavar as mãos? Um hábito simples, que pode salvar vidas!

Lavar as mãos é um hábito simples que previne doenças e reduz infecções. Assim, promove a segurança não só de pacientes e profissionais da saúde, mas também de toda a população. Cuidados básicos para evitar doenças como gripe, inclusive a Gripe A (vírus H1N1), conjuntivite, diarreia infecciosa e as chamadas infecções hospitalares ou infecções relacionadas aos serviços de saúde.

 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o simples ato de lavar as mãos reduz em até 40% o risco de contrair doenças como gripe, diarreia, infecção estomacal, conjuntivite e dor de garganta. 

 

Quando se deve lavar as mãos?

o ideal é lavar as mãos sempre que: 

- a mão estiver visivelmente suja; 
- pegar no dinheiro (como ele passa de mão em mão, pode carregar bactérias);
- mexer em bebês (a resistência dos pequenos ainda não está completa, por isso, o cuidado é necessário); 
- antes de comer; 
- usar o banheiro - antes e depois;
- mexer em animais; 
- usar transporte público (imagine quantas pessoas não tossiram e depois seguraram na barra do ônibus);
- usar o telefone público; 
- cozinhar.

Não há fórmula mágica: bastam água limpa e sabonete. No entanto, há uma maneira correta de higienizar as mãos: é necessário esfregá-las, lavar o dorso e entre os dedos.

Lavagem correta das mãos

 

Segundo a orientação da Organização Mundial de Saúde, a lavagem das mãos deve durar de 40 a 60 segundos, o equivalente a cantar duas vezes "Parabéns a você".

Lavagem das mãos

Atenção, profissionais da saúde !

 

As infecções relacionadas à assistência à saúde constituem um problema grave e um grande desafio, exigindo dos responsáveis pelos serviços de saúde ações efetivas de prevenção e controle. Tais infecções ameaçam tanto os pacientes quanto os profissionais de saúde, acarretar sofrimentos e resultados em gastos excessivos para o sistema de saúde.

As mãos dos profissionais da área de saúde, quando não higienizadas adequadamente podem carrear grande quantidade de microrganismos entre pacientes, para equipamentos médico-cirúrgicos ou ainda para medicamentos e alimentos, proporcionando condições favoráveis à infecção hospitalar.

As mãos são consideradas as principais ferramentas dos profissionais que atuam nos serviços de saúde, pois é através delas que eles executam suas atividades. Assim, a segurança dos pacientes, nesses serviços, depende da higienização cuidadosa e frequente das mãos desses profissionais.

As mãos constituem a principal via de transmissão de microrganismos durante a assistência prestada aos pacientes, sendo a pele um possível reservatório de diversos germes, que podem ser transferidos de uma superfície para outra, pelo contato direto (pele com pele), ou indireto, através do contato com objetos e superfícies contaminados.

Mesmo a higienização sendo, comprovadamente, uma importante medida para o controle da IH, as mãos dos profissionais de saúde continuam sendo a fonte mais frequente de contaminação e disseminação. Existem várias razões para dificultar a adoção das recomendações de lavagem das mãos, nos níveis individual, grupal ou institucional, que envolvem complexidade dos processos de mudança comportamental.

Num estudo intitulado “Trabalhadores hospitalares lavam as mãos com menos frequência ao final de turno” publicado na revista HSE EHS Today por Josh Cable Wed, 2014-11-12 11:18, aborda este assunto e sugere que a pesquisa publicada pela Associação Americana de Psicologia pode ter implicações para outras indústrias. Segundo ele apertar as mãos de um funcionário de hospital no final de sua mudança de turno pode ser uma má ideia.

De acordo com a pesquisa os trabalhadores do hospital que lidam com pacientes lavam as mãos com menos frequência, à medida que a jornada de trabalho se prolonga, provavelmente porque as exigências do trabalho esgotam as reservas mentais que eles necessitam para seguir as regras. Hengchen Dai, um candidato a Ph.D.  na Universidade da Pensilvânia, liderou uma equipe de pesquisa que analisou durante  três anos 4157 dados de lavagem das mãos dos profissionais de saúde em 35 hospitais norte-americanos. Os pesquisadores descobriram que "as taxas de cumprimento de lavagem das mãos" caiu em uma média de 8,7 pontos percentuais desde o início até o final de um turno típico de 12 horas. O declínio no cumprimento foi ampliado pelo aumento da intensidade de trabalho.

"Assim como o exercício repetido de músculos leva à fadiga física, o uso repetido de recursos executivos (recursos cognitivos que permitem às pessoas controlarem seus comportamentos, desejos e emoções) produz um declínio na capacidade de auto regulação de um indivíduo", escreveram os pesquisadores.

Mais tempo de folga entre os turnos pareceu  restaurar os recursos executivos dos trabalhadores, uma vez que seguiram o protocolo de lavagem das mãos com mais cuidado depois de descansos mais longos.

"Empregos exigentes têm o potencial para energizar os funcionários, mas a pressão pode fazê-los se concentrar mais em manter o desempenho em suas tarefas primárias (por exemplo, a avaliação do paciente,  distribuição de medicamentos), especialmente quando eles estão fatigados", disse Dai. "Para os cuidadores hospitalares, a lavagem das mãos pode ser vista como uma tarefa de baixa prioridade e, portanto, menos importante ao longo da jornada de trabalho."

Lavar as mãos em hospitais tem demonstrado redução de infecções e economia de dinheiro.

Em 09 de julho 2013 o Ministério da Saúde/ Anvisa/ Fiocruz lançou o Protocolo integrante do Programa Nacional de Segurança do Paciente:

Anexo 01: PROTOCOLO PARA A PRÁTICA DE HIGIENE DAS MÃOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE Com a seguinte finalidade e abrangência:

Finalidade

Instituir e promover a higiene das mãos nos serviços de saúde do país com o intuito de prevenir e controlar as infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS), visando à segurança do paciente, dos profissionais de saúde e de todos aqueles envolvidos nos cuidados aos pacientes.

Abrangência

Este protocolo deverá ser aplicado em todas os serviços de saúde, públicos ou privados, que prestam cuidados à saúde, seja qual for o nível de complexidade, no ponto de assistência.

Entende-se por Ponto de Assistência, o local onde três elementos estejam presentes: o paciente, o profissional de saúde e a assistência ou tratamento envolvendo o contato com o paciente ou suas imediações (ambiente do paciente).

O protocolo deve ser aplicado em todos os Pontos de Assistência, tendo em vista a necessidade de realização da higiene das mãos exatamente onde o atendimento ocorre. Para tal, é necessário o fácil acesso a um produto de higienização das mãos, como por exemplo, a preparação alcoólica. O Produto de higienização das mãos deverá estar tão próximo quanto possível do profissional, ou seja, ao alcance das mãos no ponto de atenção ou local de tratamento, sem a necessidade do profissional se deslocar do ambiente no qual se encontra o paciente.

O produto mais comumente disponível é a preparação alcóolica para as mãos, que deve estar em dispensadores fixados na parede, frascos fixados na cama / na mesa de cabeceira do paciente, nos carrinhos de curativos / medicamentos levados para o ponto de assistência, podendo também ser portado pelos profissionais em frascos individuais de bolso.

 os 5 momentos para higienização das mãos

Meus 5 momentos

Fonte:

1. SEGURANÇA DO PACIENTE EM SERVIÇOS DE SAÚDE Higienização das mãos Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa Copyright © 2009 Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

2. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO JÚLIO MÜLLER

SERVIÇO DE CONTROLE INFECÇAO HOSPITALAR

3. AVALIAÇÃO PRÁTICA DA LAVAGEM DAS MÃOS PELOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE EM ATIVIDADES LÚDICO-EDUCATIVAS PRACTICAL EVALUATION OF HAND WASHING BY HEALTH PROFESSIONALS THROUGH PLAYFUL-EDUCATIVE ACTIONS Kátia Liberato Sales Scheidt* Manoel de Carvalho**

4. QUALIDADE DA HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS DE PROFISSIONAIS ATUANTES EM UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE

Lindsay LOCKSa, Josimari Telino LACERDAb, Elonir GOMESc, Ana Claudina Prudêncio SERRATINEc

5.  http://ehstoday.com/health/study-hospital-workers-wash-their-hands-less-frequently-toward-end-shift

6. http://enfermagem-amoreiracampos2011.blogspot.com.br/2011/10/higienize-suas-maos.html

7. http://saude.ig.com.br/bemestar/e+dia+de+lavar+as+maos/n1237608889140.html

8. http://www.anvisa.gov.br/hotsite/higienizacao_maos/manual_integra.pdf

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